Hoje eu decidi tentar escrever o que eu penso e sinto, tentar porque eu nunca consegui expressar exatamente. Na verdade eu sou mais de expressar em gestos, como por exemplo, o choro, eu choro de raiva, choro de ódio, choro de frustração, choro de alegria, choro de felicidade. Mas dependendo do sentimento eu sinto vontade de me expressar de outra forma, mas muitas vezes eu não consigo. Antes eu pensava que eu nunca chegaria a odiar pessoas, no máximo eu sempre fiquei magoada, mas passava e nunca chegava a ser ódio, mas agora é diferente, antes o que eu achava que nunca iria acontecer, agora acontece com tanta facilidade, o ódio é um sentimento novo pra mim, ele me faz sentir diferente, uma pessoa má. Eu talvez ainda não saiba lidar com ele, é um sentimento estranho, sobe uma coisa do seu interior uma vontade de sair quebrando tudo que vê pela frente e principalmente a cara de algumas pessoas. Mas pra mim a violência não leva a nada. É perda de tempo. E é perda de tempo também eu me importar com o que as pessoas falam ou pensam de mim, todos tem o direito de ter opiniões e inclusive eu. Agora vai de cada um ter a capacidade de aceitá-las, eu tenho a opinião formada sobre cada um de vocês. Mas a cada dia que passa vocês só mostram o quanto são infantis e imaturos, sim, ninguém é obrigado a gostar de vocês, pelo contrário. Mas pelo jeito vocês não aceitam opiniões, vocês olham apenas para si e acham que são os donos do mundo, acham que são os melhorais. Pobres coitados não sabem o que a maioria realmente pensa sobre vocês, na verdade até sabem, mas não tem a mentalidade suficiente para aceitar. Afinal vocês agem como crianças que fazem birra por não ganhar um doce. Sim, eu tenho pena de vocês. Pessoas com mentalidade de crianças. Eu fico me perguntando, vocês não tem a consciência do quanto são ridículos dando indiretas? Eu rio de vocês por serem assim, tão falsos e hipócritas. E uma coisinha que acho que vocês não sabem, respeito é algo que a gente dá para quem merece e vocês nunca vão merecer isso de mim. A única coisa que vocês têm de mim é a minha repulsa, meu desprezo. Vocês têm o direito de pensar o que quiserem de mim, eu não julgo isso, ao contrário de vocês eu aceito opiniões, aceito críticas. Então eu só peço uma coisa a vocês, caros colegas, que vocês cresçam e amadureçam mentalmente, porque é extremamente desagradável conviver com pessoas como vocês. E só mais uma coisa, obrigada por me fazerem rir tanto de vocês e por se importarem com o que eu penso.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Existem momentos na vida dos quais, você vai se lembrar pra sempre, outros irão ser esquecidos. Há pessoas que você vai levar para a vida toda, há outras que irão ficar pelo caminho. Vai ser sempre assim, e tudo depende das suas escolhas. Você pode escolher o rumo que a sua vida vai seguir, sempre vão existir vários caminhos, mas só cabe a você escolher um. E durante o percurso você pode por muitas vezes ver que aquela não era a escolha certa e você vai querer voltar e mudar as coisas que já aconteceram. Mas talvez isso já não seja mais possível. Então é melhor parar e pensar muito antes de tomar decisões. É sempre melhor escolher o caminho certo, do que você se arrepender e querer voltar atrás.
sábado, 7 de agosto de 2010
A cada palavra tua é como se eu recebesse uma facada. Talvez eu esteja sensível demais, não sei. Mas as coisas que você fala só me fazem acreditar nos pensamentos que eu tento esquecer. As desculpas agora não fazem tanto efeito, eu não to mais anestesiada contra isso, por mais que eu queira, não é a mesma coisa e você também sabe disso. Eu só não entendo o porquê, se prometemos um ao outro fazer de tudo para ser como era antes. Mas tudo que você diz só me faz acreditar que pra você esse é o fim. Mas aí você vem e diz coisas lindas e eu fico me remoendo por ter pensado aquelas coisas, e penso que tudo vai ficar bem, mas então você vem de novo e muda tudo outra vez. Eu não sei mais realmente no que pensar. Eu só queria que você me falasse a verdade. Só isso.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número de telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor do nada.
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