domingo, 31 de maio de 2009

Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua do anjos sem amor, eu nada seria. É só o amor, que conhece o que é verdade, o amor é bom, não quer o mal não sente inveja ou se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver é ferida que dói e não se sente é um contentamento descontente é dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer é solitário andar por entre a gente é um não contentar-se de contente é cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade é servir a quem vence o vencedor é um ter com quem nos mata a lealdade tão contrário a si é o mesmo amor.